Tel.: (21) 2262-1117 / (21) 2262-3738

Serviços

Cravação de estaca Pré-Moldada

Descrição

A cravação de estacas pré-moldadas é um procedimento bastante comum e disseminado no marcado nacional dado o seu baixo custo de execução e tradição da técnica.
O método consiste na cravação dos elementos de fundação a partir de equipamentos percussivos com martelos de queda livre e/ou hidráulicos. As especificações do martelo e equipamento são definidos a partir de cada projeto para atender cada uma das suas necessidades.
Vale notar que, devido ao processo de impactos sucessivos, há a perturbação do solo durante a cravação, o que pode ser transmitido para estruturas vizinhas. Dessa forma, o projeto de fundação deverá considerar todo o cenário existente.
A cravação de estacas pré-moldadas de concreto consiste na introdução de elementos usinados de concreto no solo para servir de fundação da futura construção. A seção e diâmetro das estacas variam de acordo com as especificações de projeto.
Vale notar a importância do controle tecnológico para esse procedimento desde a fabricação do elemento de fundação, passando pelo processo de transporte ao local dos serviços e, por fim, a sua execução propriamente dita.

A Soloteste dispõe de equipamentos de queda livre e hidráulicos com alta taxa de eficiência e versáteis a fim de atender as mais diferentes solicitações de seus clientes.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6122/2010 - Projeto e execução de fundações

Cravação de Perfil Metálico

Descrição

A cravação de estacas pré-moldadas é um procedimento bastante comum e disseminado no marcado nacional dado o seu baixo custo de execução e tradição da técnica.
O método consiste na cravação dos elementos de fundação a partir de equipamentos percussivos com martelos de queda livre e/ou hidráulicos. As especificações do martelo e equipamento são definidos a partir de cada projeto para atender cada uma das suas necessidades.
Vale notar que, devido ao processo de impactos sucessivos, há a perturbação do solo durante a cravação, o que pode ser transmitido para estruturas vizinhas. Dessa forma, o projeto de fundação deverá considerar todo o cenário existente.
A cravação de perfis metálicos e/ou trilhos consiste na introdução de elementos metálicos no solo para servir de fundação da futura construção. A seção e diâmetro das estacas variam de acordo com as especificações de projeto.
Vale notar a importância do controle tecnológico para esse procedimento desde a fabricação do elemento de fundação, passando pelo processo de transporte ao local dos serviços e, por fim, a sua execução propriamente dita.

A Soloteste dispõe de equipamentos de queda livre e hidráulicos com alta taxa de eficiência e versáteis a fim de atender as mais diferentes solicitações de seus clientes.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6122/2010 - Projeto e execução de fundações

Estaca Hélice Contínua Monitorada

Descrição

Estaca hélice contínua monitorada é um tipo de estaca moldada "in loco", que se dá através da escavação do solo por meio de trado helicoidal de diâmetros variados, com consequente concretagem da estaca durante a extração do trado e, por fim, colocação da armação no elemento de fundação.
O procedimento de avanço através da escavação do solo não gera vibrações, o que garante a não perturbação de edificações vizinhas, sendo uma excelente solução para as mais diversas solicitações.
A execução da Estaca Hélice Contínua permite maior agilidade na conclusão do estaqueamento, com elevada produtividade diária, tendo como principal característica o monitoramento eletrônico (controle de profundidade, velocidade de rotação e de descida do trado na perfuração, torque do equipamento, pressão de concretagem, velocidade de subida do trado e sobreconsumo de concreto). Tal monitoramento ajuda no controle técnico da fundação, além de otimizar o tempo para a tomada de decisões, caso haja a necessidade de alterações de projeto durante a execução da fundação.
O procedimento executivo consiste em 3 etapas:
1. perfuração do terreno com trado helicoidal de centro vazado até a cota de projeto ou atingir torque suficiente para interrupção da perfuração;
2. extração do trado retirando o material escavado e concretagem da estaca através de bombeamento de concreto por dentro do trado vazado;
3. inserção da armação na estaca. Essa armação pode ser colocada apenas no trecho inicial da estaca (até 6,00m, comumente) para estacas resistindo cargas a compressão ou ao longo de todo o fuste para casos de cargas de tração no elemento.

A Soloteste dispõe de equipamentos modernos e versáteis, com capacidade de avanço de até 32,0m e diâmetros variando de 30cm a 100cm, e capacidade de torque elevada, atingindo assim, a necessidade de cada caso.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6122/2010 - Projeto e execução de fundações

Estaca Hélice Encamisada (Estaca Secante – CSP)

Descrição

Estaca secante é um tipo de estaca escavada moldada in situ. É uma estrutura composta por estacas justapostas de concreto escavadas por processo rotativo. A parede final (ou CSP - case secant pile) é composta por estacas secantes entre si.
A perfuração do terreno se dá pelo avanço de um trado helicoidal e revestimento externo simultaneamente, acoplados em cabeçote duplo, garantido a rotação independente de cada elemento. A ponta do revestimento (sapata de corte) garante o avanço de uma estaca secante as suas vizinhas.
O processo consiste na execução de estacas primárias (sem armação e/ou perfil metálico) de forma intervalada e, na sequência, execução das estacas secundárias (ou de fechamento) nos intervalos, com a colocação de perfil metálico e/ou armação, avançando dentro das estacas primárias (aproximadamente 6cm-8cm), fazendo assim, o fechamento da parede secante.
O procedimento executivo consiste em:
1. execução de gabarito (em blocos de isopor) para garantir a perfeita locação das estacas);
2. perfuração do terreno com avanço de trado e tubo de revestimento até a cota de projeto;
3. concretagem da estaca através de bombeamento do concreto durante a extração do trado e revestimento;
4. inserção do perfil e/ou armação nas estacas secundárias ao longo de todo o fuste, garantindo a estabilidade do sistema de contenção integrado.
Assim como na estaca hélice contínua monitorada, há o monitoramento eletrônico de todo o sistema: controle de profundidade, velocidade de rotação e de descida do trado na perfuração, torque do equipamento, pressão de concretagem, velocidade de subida do trado e sobreconsumo de concreto. Isso garante o melhor controle dos serviços.
O procedimento garante a estanqueidade do sistema, uma vez que há o corte de parte das estacas primárias durante a execução das secundárias. Dessa forma, essa técnica é altamente recomendada em edificações com necessidade de escavação de subsolos, mesmo com presença de lençol freático próximo a superfície.
Com elevada produtividade, não vibração do solo (garantindo a não perturbação de edificações vizinhas) e seu diâmetro reduzido, a solução se torna eficaz em locais onde não se pode ter perdas de espaço para a execução de obras subterrâneas.

A Soloteste é a pioneira da técnica de estacas secantes no Brasil. Dispondo de equipamentos modernos, com corpo técnico altamente especializado para a completa execução da parede de estacas secantes, a Soloteste está sempre a disposição de seus clientes para garantir soluções versáteis, econômicas e de alta qualidade, trazendo sempre o melhor custo x benefício para seu empreendimento.

Estaca Tipo Raiz

Descrição

Estacas do tipo raiz são elementos de fundação realizados a partir da escavação do terreno, colocação da armação e bombeamento da argamassa moldada "in-loco". Com seu procedimento de baixa vibração durante a perfuração do terreno, as estacas do tipo raiz possuem a vantagem da pequena perturbação do seu entorno durante sua execução.

O procedimento executivo consiste na perfuração do terreno a partir da rotação e inserção de revestimentos segmentados até a cota definida em projeto; com a perfuração finalizada e revestida, se dá a colocação da armação (ou perfil metálico correspondente) até o final da perfuração. em seguida, é realizado o bombeamento da argamassa moldada "in loco" (composta por cimento, areia lavada e água, em traço definido a atingir a resistência desejada) desde o final da perfuração até a superfície, a fim de garantir o total preenchimento da estaca. Nesse momento, é realizada a retirada dos revestimentos e o complemento da argamassa.
A versatilidade dos equipamentos permite a execução das fundações em locais confinados e o avanço da perfuração em solo e em materiais rochosos e até concreto, sendo a solução para diversas situações e empreendimentos. A norma brasileira NBR6122/2010 normatiza a execução desse tipo de estaca.

A Soloteste, com seus equipamentos modernos, trabalha com estacas de diâmetros variando de 200mm a 500mm e profundidades que podem atingir mais de 50m, em solo e materiais rochosos. Com mais de 30 equipamentos em funcionamento diário, trabalha para atender as mais diversas necessidades de seus clientes.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6122/2010 - Projeto e execução de fundações

PDA (Pile Driving Analysis)

Descrição

Também chamado de ensaio dinâmico ou prova de carga dinâmica (PDA), é um ensaio que objetiva principalmente determinar a capacidade de ruptura da interação estaca-solo, para carregamentos estáticos axiais.
Ele difere das tradicionais provas de carga estáticas pelo fato do carregamento ser aplicado dinamicamente, através de golpes de um sistema de percussão adequado.
A medição é feita através da instalação de sensores no fuste da estaca, em uma seção situada abaixo do topo da estaca, a uma distância, pelo menos duas vezes o diâmetro desta.
Os sinais dos sensores, aceleração e deslocamento, durante o evento (propagação da onda de tensão gerada pelo golpe), são armazenados e processados no equipamento PDA.
Vale ressaltar que o sistema faz uma interpretação dos sinais obtidos através das ondas gerada no impacto e correlaciona com os valores de capacidade de carga do elemento de fundação.
O ensaio consiste na aplicação de impactos no topo da estaca (que deverá ser previamente preparado). Esses impactos podem ser feitos por equipamento de cravação de estacas, por guindastes e/ou por outras estruturas com capacidade de mobilizar a energia necessária ao ensaio. Os impactos geram ondas que são transmitidas através do fuste da estaca e os sinais são armazenados em sensores aplicados na porção superior da estaca.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 13208/2007 - Estacas - Ensaio de Carregamento Dinâmico
Vale ressaltar que o equipamento e o procedimento executivo está condicionado ao projeto de fundação de cada empreendimento.

Prova de carga estática PCE (a compressão e a tração)

Descrição

Provas de carga estáticas fazem parte do controle de qualidade de um projeto de fundação. Os ensaios conseguem reproduzir "in loco" as cargas de projeto, levando em conta o fator de segurança para cada situação, e aplica-las na estaca de ensaio. Esse procedimento permite a verificação do comportamento do elemento de fundação e, dessa forma, confirmar as premissas de projeto, bem como a qualidade da execução das estacas.

A partir de um conjunto bomba-macaco-manômetro e um sistema de reação com estacas de apoio, é aplicada a carga em estágios de incrementos sucessivos até o limite de ensaio definido previamente. com um conjunto de deflectômetros, são obtidas as medidas de deslocamentos da estaca ensaiada. A partir da curva carga x deslocamento, é possível a interpretação do comportamento do elemento de fundação e, consequentemente, a avaliação de sua qualidade em relação ao projeto.

Os ensaios podem ocorrer de forma lenta, com incrementos de carga a cada 30 minutos ou estabilização do estágio até 10 estágios ou de forma rápida. Os ensaios podem ser realizados em estacas para verificação quanto a compressão ou quanto a tração aplicada na mesma. Para cada procedimento, será necessário um macaco e um sistema de reação compatível com o ensaio.

Provas de carga estáticas representam a melhor maneira de verificação do comportamento do elemento de fundação dada a proximidade com o carregamento real que a estaca será submetida ao final da construção.

A Soloteste vem realizando provas de carga estáticas à tração e compressão (PCE) com cargas de até 600 tf, abrangendo, dessa forma, uma gama muito grande das necessidades de seus clientes. Com seu moderno sistema de aquisição de dados automatizado, a Soloteste entrega resultados de forma eficaz e versátil, garantindo a precisão das informações a fim de proporcionar ainda mais segurança em cada empreendimento.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
ABNT - NBR 6122/2010 - Projeto e execução de fundações
ABNT - NBR 12131/2006 - Estacas - Ensaio de carga estática - Método de ensaio

Tubulão

Descrição

Tubulão ou tubulão a céu aberto é um tipo de fundação profunda onde há a abertura de fuste, que pode ser escavado manual ou mecanicamente, seguido de alargamento da base, apoiada em terreno previamente definido em projeto a fim de se garantir a capacidade de carga adequada ao elemento de fundação, seguida de colocação de armação e concretagem do tubulão.
O fuste pode ser aberto com equipamentos mecanizados, respeitando o diâmetro de projeto ou de forma manual, onde a equipe de profissionais fazem a escavação com apoio de ferramentas de avanço e equipamentos de proteção e segurança, de forma a garantir um serviço seguro tanto para a qualidade técnica quanto para a equipe de trabalho.
Ao atingir a cota de projeto, há, geralmente, o alargamento da base, realizada com equipe técnica preparada para o serviço em espaço confinado.
Esse tipo de fundação é comumente utilizada em locais a cima do nível de água ou onde há o rebaixamento do lençol, e em solos que apresente coesão, a fim de garantir a estabilidade da escavação. Porém, quando necessário, há possibilidade da execução em locais adversos, com a utilização de procedimentos de segurança.
Tubulões são soluções altamente recomendadas em locais de difícil acesso a equipamentos de grande porte e perfuratrizes e com edificações vizinhas, uma vez que não há vibração do terreno durante a escavação ou concretagem dos elementos de fundação e dada a versatilidade do deslocamento e instalação dos equipamentos.

A Soloteste dispõe de equipamentos e equipes preparadas para o serviço, trazendo total segurança e agilidade a sua fundação.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6122/2010 - Projeto e execução de fundações

Controle inclinométrico

Descrição

O controle inclinométrico tem como finalidade o acompanhamento de movimentações horizontais do terreno devido a ação do empuxo.
O inclinômetro é composto de uma haste cilíndrica com um sensor de inclinação embutido no seu interior e duas ou quatro rodas distribuídas nas laterais. As rodas se encaixam nas ranhuras existentes em um tubo flexível enterrado no solo, fazendo com que o sensor acompanhe a direção do tubo. É então medida a inclinação do tubo em intervalos constantes, e calculado, a partir do ângulo de inclinação, o deslocamento de cada segmento de tubo.
Os tubos inclinométricos são instalados no terreno através da perfuração e revestimento do material e consequente inserção dos segmentos de tubos no furo.
São realizadas duas leituras por vertical. As leituras, ortogonais entre si, representam os eixos A-A e B-B, garantindo assim, a obtenção do eixo de maior deslocamento.
Esse controle traz segurança às escavações, uma vez que seus resultados alertam para os possíveis deslocamentos, garantindo assim, a possibilidade da ação preventiva no controle do empuxo.
A Soloteste realiza o controle inclinométrico em todos os tipos de obras civis, encostas, escavações confinadas entre outros, para garantir a segurança e a tranquilidade de sua obra.

Controle piezométrico e indicadores de nível d’água

Descrição

Controle piezométrico / nível d’água é a instrumentação de campo que consiste no acompanhamento da pressão piezométrica e carga hidráulica através de instrumento devidamente preparado para tal. Esse controle tem como finalidade a definição da posição do nível d’água do terreno. Nos casos onde não há fluxo (ascendente / descendente) no lençol d’água, a posição do NA se equivale a carga piezométrica do ponto em estudo.
O controle do nível d’água no terreno é essencial para toda e qualquer situação onde essa informação se faz como um fator determinante para o projeto. Como o nível d´água pode variar ao longo do ano (com influencia de maré, períodos de maior precipitação, intervenções antrópicas, permeabilidade do terreno), apenas a informação contida no boletim de sondagem pode não ser suficiente para a correta definição do NA a ser adotado. Dessa forma, se é recomendado a instalação de instrumentos de controle piezométrico / controle de nível d’água.
Em regiões onde o NA é próximo à superfície (regiões de baixadas e próximas ao nível do mar, como por exemplo, a Cidade do Rio de Janeiro), e em obras onde há escavações (como por exemplo, a execução de subsolos), os indicadores de nível d’água se tornam um importante aliado na definição de premissas de projeto, otimizando, assim, os custos de obra.
A Soloteste realiza a instalação desses instrumentos e o controle periódico dos dados, sempre em conjunto aos clientes, trazendo maior agilidade e precisão para os dados piezométricos de cada um de seus projetos.

Ensaio de Palheta (Vane-test)

Descrição

O ensaio de palheta (ou “Vane test”) tem como objetivo medir a resistência ao cisalhamento não drenada de solos coesivos moles saturados.
O equipamento para realização do ensaio é constituído de uma palheta de aço, formada por quatro aletas finas retangulares, hastes, tubos de evestimentos, mesa, dispositivo de aplicação do momento torçor e acessórios para medida do momento e das deformações. O equipamento está apresentado na figura 5. 04. O diâmetro e a altura da palheta devem manter uma relação constante 1:2 e, sendo os diâmetros mais usuais de 55, 65, e 88mm.

O ensaio consiste em cravar a palheta e em medir o torque necessário para cisalhar o solo, segundo uma superfície cilíndrica de ruptura, que se desenvolve no entorno da palheta, quando se aplica ao aparelho um movimento de rotação. A instalação da palheta na cota de ensaio pode ser feita ou por cravação estática ou utilizando furos abertos a trado e/ou por circulação de água. No caso de cravação estática, é necessário que não haja camadas resistentes sobrejacentes à argila a ser ensaiada a que a palheta seja munida de uma sapata de proteção durante a cravação. Tanto o processo de cravação da sapata, quanto o de perfuração devem ser paralisados a 50cm acima da cota de ensaio, a fim de evitar o amolgamento do terreno a ser ensaiado. A partir daí, desce apenas a palheta de realização do ensaio. Com a palheta na posição desejada, deve-se girar a manivela a uma velocidade constante de 6º/min, fazendo-se as leituras da deformação no anel dinamométrico de meio em meio minuto, até rapidamente, com um mínimo de 10 rotações a fim de amolgar a argila e com isto, determinar a sensibilidade da argila (resistência da argila indeformada/resistência da argila amolgada).

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 10905 - Ensaios de palheta in situ

Ensaio de Permeabilidade in situ

Descrição

O ensaio de permeabilidade é realizado para a obtenção do coeficiente de permeabilidade (k). Esse parâmetro geotécnico auxilia o projeto nas considerações sobre fluxo de água e gradiente hidráulico. Solos argilosos, pouco permeáveis, podem chegar a coeficiente de permeabilidade da ordem de 10-8 cm/s, enquanto solos arenosos, muito permeáveis atingem em situações de granulometria grossa coeficiente da ordem de 10-3 cm/s.
O ensaio de permeabilidade in situ permite a obtenção do coeficiente k na camada exata onde se deseja o estudo. Isso traz uma maior confiabilidade no resultado obtido.
O ensaio de permeabilidade pode ser realizado por carga constante, onde o nível de coluna d’água do sistema se mantem e mede-se a vazão necessária para tal, ou por carga variável, onde o nível da coluna d’agua varia, e mede-se o tempo dessa variação.
A Soloteste realiza ensaios de permeabilidade – carga constante carga variável – desde a sua montagem até a realização do mesmo, garantindo um resultado preciso para cada projeto.

Ensaio de Piezocone (CPT-u)

Descrição

O ensaio CPT-u consiste na cravação do piezocone a velocidade constante de 2 cm/s, por meio de penetrômetro hidráulico e hastes metálicas padronizadas.

Durante a cravação, a cada centímetro o são efetuadas três leituras por meio de sensores:
Resistência de ponta (qc), Resistência ao atrito lateral (fs) e Pressões Neutras (u2).
As pressões neutras são lidas através de elemento poroso situado na base do cone, saturado com o auxílio de bomba a vácuo e óleo de silicone e durante o ensaio podem ser realizados ensaios de dissipação da pressão neutra.

Os equipamentos possuem estrutura de reação adequada para cada tipo de ensaio a fim de garantir a realização completa do mesmo.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 12069/1991 - Ensaio de penetração de cone in-situ - Método de ensaio

Adensamento

Descrição

Entende-se por adensamento a deformação plástica e a redução do índice de vazios de uma massa de solo em função do tempo e da pressão aplicada.
O ensaio é feito em estágios de pressão aplicada em corpos de prova, geralmente indeformados e
saturados, confinados lateralmente com a conseqüente aferição da redução de sua altura. Desse ensaio são interpretados parâmetros fundamentais para o cálculo de recalques por adensamento.
Os corpos de prova, extraídos "in situ" devem ser acondicionados e preparados de forma cuidados a fim de reproduzir durante o ensaio, as condições reais de campo.
O ensaio de adensamento é fundamental no estudo de argilas moles e muito moles a fim de se conhecer o seu estado e histórico de tensões bem como prever seu comportamento quanto a futuros adensamentos "in situ".

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
ABNT - NBR 12007/1992 - Ensaio de adensamento unidimensional

Caracterização Completa

Descrição

O ensaios de caracterização completa visam o maior conhecimento das propriedades físicas das amostras, com intuito de facilitar / otimizar as definições de projeto quanto as propriedades do solo.

O ensaio contempla: granulometria completa (peneiramento grosseiro, peneiramento fino e sedimentação), densidade real dos grãos, limites de Atterberg (limites de liquidez e plasticidade), teor de umidade, teor de matéria orgânica, limite de contração linear, índice de vazios máximo e mínimo, densidade relativa equivalente de área e desagregabilidade.

Os ensaios são realizados em amostragem representativa coletada "in situ". As amostras não precisam ser indeformadas, porém precisam ser acondicionadas, transportadas e manipuladas de forma criteriosa, a fim de garantir o bom resultado final.
O resultado final dos ensaios é apresentado em relatório técnico que inclui, além dos dados obtidos, os procedimentos de ensaio utilizado.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6457/1986 - Preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização

Cisalhamento direto

Descrição

O ensaio de cisalhamento direto foi desenvolvido basicamente para a determinação da resistência ao corte de um corpo de prova de solo, de forma prismática e seção quadrada ou circular e de pequena espessura.
Este ensaio é geralmente drenado e é mais aplicado ao estudo da resistência ao cisalhamento de solos com estratificações ou xistosidades definidas, ou quando se quer avaliar a resistência entre contatos de diferentes materiais.

O ensaio se dá com o corpo de prova previamente preparado e, com incrementos de carregamentos e medições de deslocamentos e força cisalhante, são obtidos os resultados do ensaio, como a tensão cisalhante x deformação específica e variação volumétrica x deformação específica.

Compactação

Descrição

A compactação é um método de estabilização de solos que se dá por aplicação de alguma forma de energia (impacto, vibração, compressão estática ou dinâmica). Seu efeito confere ao solo um
aumento de seu peso específico e resistência ao cisalhamento, e uma diminuição do índice de
vazios, permeabilidade e compressibilidade.

Através do ensaio de compactação é possível obter a correlação entre o teor de umidade e o peso
específico seco de um solo quando compactado com determinada energia. O ensaio mais comum é o de Proctor (Normal, Intermediário ou Modificado), que é realizado através de sucessivos impactos de um soquete padronizado na amostra.

Como resultado do ensaio, é possível a obtenção da curva de compactação, peso específico seco máximo, umidade ótima e curva de saturação.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 7182/1986 - Ensaio de compactação
- ABNT - NBR 6457/1986 - Preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização

Indice de Suporte Califórnia (CBR)

Descrição

O Índice de Suporte Califórnia (ISC ou CBR - California Bearing Ratio) é a relação, em percentagem, entre a pressão exercida por um pistão de diâmetro padronizado necessária à penetração no solo até determinado ponto (0,1”e 0,2”) e a pressão necessária para que o mesmo pistão penetre a mesma quantidade em solo-padrão de brita graduada.

Através do ensaio de CBR é possível conhecer qual será a expansão de um solo sob um pavimento quando este estiver saturado, e fornece indicações da perda de resistência do solo com a saturação. Apesar de ter um caráter empírico, o ensaio de CBR é mundialmente difundido e serve de base para o dimensionamento de pavimentos flexíveis.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
NBR9895/1987 - Solo - Índice de suporte Califórnia

Extração de amostragem indeformada

Descrição

Extração de amostra indeformada visa a coleta de materiais in situ para realização de ensaios de laboratório, sem que haja perdas de suas características (teor de umidade, estado de tensões, consistência, índice de vazios, etc). A extração consiste na cravação estática de amostrador (ex.: tipo Shelby) com paredes finas na camada de solo argiloso em estudo, seguido pela estabilização da cravação e remoção do amostrador preenchido. A embalagem do amostrador bem como seu transporte é realizado com seus devidos cuidados a fim de garantir a não-perturbação da amostra.

A Soloteste trabalha com equipe técnica qualificada desde a extração das amostras até a entrega dos materiais no laboratório de forma segura e eficaz, garantindo a boa qualidade da amostragem.

Instalação de Bench Mark e controle de recalque

Descrição

Controle de recalque é uma instrumentação de extrema relevância para os mais diversos fins. Através de seus resultados, possibilita-se controlar os recalques, com precisões de milésimos de milímetros, de estruturas em construção, estruturas existentes, escavações, entre outras possibilidades.
Seu controle visa indicar movimentações durante o período de estudo, com finalidade de garantir a segurança das estruturas e determinar critérios de risco para cada situação.
O controle de recalque é realizado através de leituras dos pinos de recalques, instalados em pontos notáveis dos elementos em estudo. O bench-mark serve como referência indeslocável para garantir a precisão do controle.
A Soloteste instala o bench-mark e realiza o contorle periódico de recalques nas mais diversas estruturas garantindo a total segurança para toda a obra.

Sondagem a Percussão

Descrição

Sondagem a percussão é o ensaio mais disseminado por todo o território nacional. Dada a sua simplicidade, versatilidade de seus equipamentos e baixo custo, o ensaio é o mais utilizado para a caracterização de propriedades do solo para as mais diversas finalidades.

O serviço visa a identificação da estratigrafia do solo existente, a determinação da compacidade (areias) / consistência (argilas) do solo através do ensaio SPT (Standard Penetration Test), a identificação da posição do nível de água e a posição do trecho impenetrável a percussão e a lavagem (quando assim for encontrado), através de ensaios de trepanação (lavagem/tempo).

Através das sondagens a percussão, é possível a obtenção de amostras deformadas e representativas de cada camada (metro a metro) do solo. Tal fato faz do ensaio um importante método para o conhecimento das características dos materiais terrosos, inclusive com a possibilidade da realização de ensaios complementares utilizando esse material coletado.

O ensaio engloba os ensaios de SPT (“Standard Penetration Test”) metro a metro e os avanços do furo, com o auxílio do trado (concha e helicoidal) – antes de se atingir o nível d’água e com a circulação de água, com o auxílio do trépano de lavagem – após esse nível atingido.
O ensaio de SPT consiste na cravação vertical no solo, de um amostrador padrão, através de golpes de um martelo com massa padronizada de 65kg, solto em queda livre de uma altura de 75cm. São anotados os números de golpes necessários à cravação do amostrador em três trechos consecutivos de 15cm, sendo que o valor da resistência à penetração (NSPT) consiste no número de golpes aplicados na cravação dos 30 cm finais.
O ensaio de SPT é executado com hastes de diâmetro de 2 ½” com amostrador padrão SPT de diâmetro interno e externo de 34,9mm e 50,8mm, respectivamente conforme NBR6484/2001.

A sondagem inicia-se com o emprego do trado concha ou cavadeira manual, seguindo a instalação, até essa profundidade, do primeiro segmento do tubo de revestimento de sapata cortante. Após essa etapa, se dá os ensaios SPT, intervalados dos procedimentos de avanço no furo, respeitando a norma vigente.
A operação de perfuração por circulação de água é realizada utilizando-se o trépano de lavagem como ferramenta de escavação.
O material escavado é removido por meio de circulação de água, realizada pela bomba d'água motorizada, através da composição de perfuração.

A Soloteste possui equipamentos aferidos e equipes treinadas para atender as mais diversas solicitações. Com mais de 50 anos de experiência no ramo, a Soloteste trabalha com um corpo técnico engajado na melhoria continua de seus serviço e procedimentos visando obter os melhores resultados para seus clientes e parceiros.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR 6484/2001 – Execução De sondagem de simples reconhecimento.
- ABNT - NBR 8036 – Programação de sondagens de edifícios.

Sondagem a Trado

Descrição

Sondagem a trado consiste no avanço da perfuração através de trados manuais com a finalidade da coleta de amostras representativas e definição da estratigrafia do solo em estudo, inclusive, quando for o caso, a determinação do trecho impenetrável ao trado.
Devido a simplicidade do método, é possível programar uma boa campanha de investigação utilizando o método.
Sondagens a trado são comumente utilizadas para a extração de amostras para realização de ensaios complementares onde há a necessidade de volumes maiores de material e como estudo complementar a campanhas de sondagem a percussão.

Sondagem Rotativa

Descrição

Sondagem Rotativa consiste no avanço da perfuração em substratos rochosos, com a recuperação de testemunhos para a classificação desse cenário.

O avanço se dá através da perfuração do material com o auxilio de composições de hastes, revestimento, barrilete e coroa cortante acoplada a bombas de circulação de água. Os tubos de revestimento utilizados é usualmente o NW (75,64mm de diâmetro) e para a recuperação do material rochoso é utilizado o barrilete tipo “duplo-livre”.
As coroas utilizadas para o corte são respectivamente coroas de wídea e cora diamantada, para o corte de material terroso e alterado e material rochoso.

Após cada trecho de avanço do furo, é obtido o testemunho do material que é retirado do barrilhete e acondicionado em caixas de maneira a serem mantidas as posições originais indicando a profundidade inicial e final de cada manobra que posteriormente foram analisados pelo geólogo, para verificação das condições do maciço rochoso, características da recuperação da manobra, grau de alteração, fraturamento e características das descontinuidades, seguindo critérios geotécnicos e geológicos de interesse ao projeto.

As sondagens rotativas são indicadas em todas as ocasiões onde a determinação das características da rocha e seus componentes se fazem necessários para o projeto.
Os testemunhos obtidos, após sua classificação, podem ser utilizados para demais ensaios de laboratório, de forma a definir de forma mais detalhada suas propriedades.

Comumente, as investigações intercalam os métodos percussivos (sondagem a percussão) e rotativos (sondagem mista), a fim de se ter informações dos trechos terrosos e rochosos respectivamente. A esses casos, identifica-se o procedimento com sondagem mista.
A Soloteste, com tradição e experiência no ramo, trabalha com equipamentos modernos a fim de garantir a melhor qualidade de amostragem e resultados cada vez mais precisos.

Concreto Projetado

Descrição

É um tipo de concreto que é lançado, “projetado” ou “jateado” através de mangueiras especiais com uso de ar comprimido. Pode ser via seca ou úmida dependendo se o concreto for lançado com ou sem água pré-misturada. O processo via seca aplica a água no bocal de lançamento o que é controlado pelo operador. Também são utilizados aditivos aceleradores de pega para reduzir o índice de reflexão, quantidade de concreto que não adere à superfície projetada.
A técnica é bastante utilizada para situações onde há a necessidade da contenção superficial do talude.

A Soloteste dispõe de equipe e equipamentos especializados para a realização de concreto projetado bem como aplicação de cobertura verde para contenções superficiais onde há a possibilidade da utilização dessa técnica.

Contraforte e grelha

Descrição

Contrafortes atirantados são estruturas verticais de concreto armado dispostos de forma a conter o empuxo dos taludes. A grelha atirantada é um tipo de contenção em que o paramento frontal é formado por pilares cruzados por vigas de concreto armado.
A estrutura é fixada no terreno por meio de tirantes, que são elementos de aço compostos por cordoalhas de aço ou por uma barra única. A grelha sustenta, ainda, um paramento de contenção mais esbelto, geralmente em rocha alterada, concreto ou mesmo alvenaria. A contenção é muito usada quando são feitos cortes em terrenos com topografia acidentada para passagem de rodovias, ferrovias ou tubos de adução para barragens.
As características do contraforte e grelha atirantados, e de outros tipos de contenção, são definidas depois de estudo geotécnico feito para verificar as condições e as propriedades do maciço. Esse levantamento indica as propriedades do maciço - que vão determinar, entre outros itens, as diretrizes para a perfuração, o dimensionamento da contensão e dos tirantes e o cálculo dos empuxos.

A Soloteste trabalha com essas técnicas de forma combinada com outras soluções geotécnicas para atender a cada cliente de forma exclusiva e personalizada, trazendo os melhores resultados sempre.

Cortina Atirantada

Descrição

Cortina atirantada é uma técnica de contenção de encostas e/ou escavações que visa conter o empuxo ativo do trecho de maior cota topográfica através da execução de "cortina" de concreto armado e aplicação de elementos de contenção ativos (tirantes), distribuídos ao longo da área da cortina, conforme definição de projeto.
A solução é realizada de forma invertida (de cima para baixo), garantindo, assim, a estabilidade da escavação.
Os tirantes são elementos de contenção ativos, que possuem trecho livre e trecho ancorado) e são executados da seguinte forma:
1. Perfuração do tirante, em solo e/ou rocha, seguindo o comprimento e inclinação definidas em projeto. A perfuração é realizada com perfuratriz rotativa. Há a necessidade do completo revestimento do furo a fim de garantir a seção completa da perfuração;
2. Inserção da barra de aço, com especificações definidas em projeto ao longo de toda a perfuração;
3. Injeção dos tirantes, com bombeamento da argamassa de cimento de água a pressão controlada, do trecho ancorado;
4. Após o período de cura, se dá a aplicação da carga dos tirantes, de forma a incorporar a capacidade de carga do elemento na cortina.
Os tirantes podem ser provisórios (ao final da construção são descartados e desincorporados do sistema) ou permanentes (necessitando assim, cuidados especiais para garantir o bom funcionamento e vida útil dos elementos).
A cortina de concreto armado pode ser executada de cima para baixo ou de baixo para cima.

A Soloteste realiza cortinas atirantadas há mais de 30 anos, trazendo em sua bagagem a tradição e expertise para garantir o melhor resultado.

Estaca Justaposta (Pirulito)

Descrição

A técnica de estacas justapostas é utilizada para a contenção de subsolos. Através de procedimentos mecanizados, com perfuratriz rotativa ou manualmente, quando possível (sem presença de lençol d'água e solos com coesão suficiente para garantir a estabilidade da escavação), as estacas são realizadas com a perfuração do terreno por processo sem vibração/perturbação do solo, seguindo da colocação da armação e concretagem das mesmas de cima pra baixo, por gravidade ou bombeamento.
As estacas são realizadas de forma justaposta a fim de garantir a completa seção da parede de contenção. Devido a possíveis variações durante a execução dos elementos de contenção, espaços entre as estacas podem ser formados, gerando o carreamento de material e/ou a passagem de água, gerando condições instabilizantes. Para tanto, há a necessidade do acompanhamento técnico intensivo durante a realização dos serviços e serviços de fechamento da parede, como a projeção de camada de concreto, por exemplo.
A técnica é bastante utilizada, dada a sua versatilidade e baixo custo dos serviços.

A Soloteste possui equipe e equipamentos prontos para atender, de forma dinâmica, as soluções para a escavação de cavas e/ou subsolos.

Estaca Secante (CSP)

Descrição

Estaca secante é um tipo de estaca escavada moldada in situ. É uma estrutura composta por estacas justapostas de concreto escavadas por processo rotativo. A parede final (ou CSP - case secant pile) é composta por estacas secantes entre si.
A perfuração do terreno se dá pelo avanço de um trado helicoidal e revestimento externo simultaneamente, acoplados em cabeçote duplo, garantido a rotação independente de cada elemento. A ponta do revestimento (sapata de corte) garante o avanço de uma estaca secante as suas vizinhas.
O processo consiste na execução de estacas primárias (sem armação e/ou perfil metálico) de forma intervalada e, na sequência, execução das estacas secundárias (ou de fechamento) nos intervalos, com a colocação de perfil metálico e/ou armação, avançando dentro das estacas primárias (aproximadamente 6cm-8cm), fazendo assim, o fechamento da parede secante.
O procedimento executivo consiste em:
1. execução de gabarito (em blocos de isopor) para garantir a perfeita locação das estacas);
2. perfuração do terreno com avanço de trado e tubo de revestimento até a cota de projeto;
3. concretagem da estaca através de bombeamento do concreto durante a extração do trado e revestimento;
4. inserção do perfil e/ou armação nas estacas secundárias ao longo de todo o fuste, garantindo a estabilidade do sistema de contenção integrado.
Assim como na estaca hélice contínua monitorada, há o monitoramento eletrônico de todo o sistema: controle de profundidade, velocidade de rotação e de descida do trado na perfuração, torque do equipamento, pressão de concretagem, velocidade de subida do trado e sobreconsumo de concreto. Isso garante o melhor controle dos serviços.
O procedimento garante a estanqueidade do sistema, uma vez que há o corte de parte das estacas primárias durante a execução das secundárias. Dessa forma, essa técnica é altamente recomendada em edificações com necessidade de escavação de subsolos, mesmo com presença de lençol freático próximo a superfície.
Com elevada produtividade, não vibração do solo (garantindo a não perturbação de edificações vizinhas) e seu diâmetro reduzido, a solução se torna eficaz em locais onde não se pode ter perdas de espaço para a execução de obras subterrâneas.

A Soloteste é a pioneira da técnica de estacas secantes no Brasil. Dispondo de equipamentos modernos, com corpo técnico altamente especializado para a completa execução da parede de estacas secantes, a Soloteste está sempre a disposição de seus clientes para garantir soluções versáteis, econômicas e de alta qualidade, trazendo sempre o melhor custo x benefício para seu empreendimento.

Instalação de barreiras dinâmicas e biomanta

Descrição

Utilizada para complemento na contenção de deslizamentos em morros e quedas de blocos de rochas e demais materiais alterados, instáveis ou envoltos em capa de solo que no período de grandes chuvas podem ser lavados fazendo com que estes blocos venham se desprender do maciço rochoso e deslizar. Trata-se de uma malha de aço de alta resistência, projetada para atuar como uma rede perpendicular a região da encosta, onde é projetado uma barreira metálica para a finalidade de conter a queda de eventuais blocos desprendidos do talude conseguindo de maneira eficiente absorver e minimizar o impacto deste bloco, impedindo que o mesmo caia sobre casas, rodovias, ferrovias, indústrias garantindo uma segurança ao usuário final maior nas regiões onde existem riscos geotécnicos.
A malha de aço é maleável, formada por linhas verticais ligadas por círculos de aço de alta resistência. Quando um grande bloco e pesado cai, ela se deforma de maneira eficiente de tal sorte que o bloco e acomodado na rede metálica. O sistema inteiro é perfurado e fixado na encosta, através de tirantes protendidos, chumbadores injetados com calda de cimento, geralmente em posição quase vertical, dependendo do estudo e da inclinação da encosta e do componente de forças atuantes, merecendo um estudo de um profissional de geotecnia para análise prévia de cada caso.
Este sistema também conta com freios em espiral, que trabalham na absorção do impacto reduzindo o risco de ruptura da tela de alta resistência. No momento em que o bloco se choca com a malha, e a mesma sendo assim solicitada, ela se deforma resistindo aos esforços de cisalhamento e ruptura, os freios são apertados e se fecham. Desta maneira, quando ocorrer eventuais quedas de material na barreira, as telas e os freios devem passar por manutenção e serem substituídos, pois já não resistirão aos esforços iniciais por eles já concebidos.

A Soloteste realiza a instalação de barreiras em encostas, inclusive com a utilização de equipe de rapel, quando necessário, de forma a garantir a segurança das estruturas e população em geral.
Com a aplicação de biomanta de revestimento, a técnica pode ser combinada com a contenção superficial dos taludes, garantindo, além da segurança, a integração da estrutura com a natureza em seu entorno.

Serviço de atirantamento

Descrição

Tirantes são elementos lineares capazes de transmitir esforços de tração entre suas extremidades. Nas aplicações geotécnicas de tirantes, a extremidade que fica fora do terreno é a cabeça de ancoragem e a extremidade que fica enterrada é conhecida por trecho ancorado e designada por comprimento ou bulbo de ancoragem. O trecho que liga a cabeça ao bulbo é conhecido por trecho livre ou comprimento livre.
O campo de utilização de tirantes na engenharia geotécnica é bastante amplo, mas de forma sintética os tirantes classificam-se em dois grupos: permanentes e provisórios.
Tirantes permanentes são aqueles que se incorporam a uma estrutura definitiva, como é o caso das cortinas atirantadas, lajes de subpressão, fundação de torres etc. e que, portanto, deverão ter vida útil compatível com o fim a que se destinam.
Tirantes provisórios são aqueles de utilização temporária, como é o caso das paredes de contenção das obras de infra-estrutura de edifícios residenciais, comerciais, estações enterradas de metrô etc. em que, após a construção das lajes da estrutura do edifício, os tirantes são desativados e os esforços transferidos para a estrutura.
As diferenças fundamentais entre tirantes permanentes e provisórios estão no coeficiente de segurança determinado pelo projeto, na proteção anticorrosiva do corpo e da cabeça do tirante e nos testes de protensão, conforme preconiza a norma brasileira NBR 5629.
As aplicações mais comuns e usuais, tanto dos tirantes permanentes quanto dos provisórios, são em contenções de escavações para obras enterradas ou em situações em que é necessário cortar um maciço de terra que não é autoportante.
Os tirantes são executados da seguinte forma:
1. Perfuração do tirante, em solo e/ou rocha, seguindo o comprimento e inclinação definidas em projeto. A perfuração é realizada com perfuratriz rotativa. Há a necessidade do completo revestimento do furo a fim de garantir a seção completa da perfuração;
2. Inserção da barra de aço, com especificações definidas em projeto ao longo de toda a perfuração;
3. Injeção dos tirantes, com bombeamento da argamassa de cimento de água a pressão controlada, do trecho ancorado;
4. Após o período de cura, se dá a aplicação da carga dos tirantes, de forma a incorporar a capacidade de carga do elemento na cortina.

A Soloteste dispõe de equipes e equipamentos modernos e versáteis de forma a executar tirantes nas mais diversas e adversas condições, trazendo segurança e estabilidade à sua obra.

NORMAS TÉCNICAS:
Os serviços obedecem às normas padronizadas:
- ABNT - NBR-5629/1996 - Estruturas de Tirantes Ancorados no Terreno

Solo grampeado

Descrição

Tal procedimento possui essa nomenclatura pois é definido pela introdução de elementos (grampos) resistentes a tração, ao momento fletor e ao esforço cortante.
O grampo é um elemento metálico (barra de aço de diferentes tipos possíveis no mercado) e é introduzido no solo por meio de cravação (grampo cravado) ou através de um pré-furo no terreno (solo e/ou rocha), seguido da introdução do grampo no furo e o preenchimento do espaço vazio do furo com calda de cimento ou argamassa (grampo injetado). Ambos processos trazem o mesmo objetivo para o grampo instalado.
A contenção em solo grampeado é utilizada em situações há problemas de instabilidade (baixo fator de segurança), e é empregada tanto em terrenos naturais ou previamente escavados, quanto em escavações onde há a necessidade de contenção. Dessa forma, pode-se dizer que o solo grampeado é uma técnica recomendada para contenção de escavações e estabilização de taludes.
Na técnica de Solo Grampeado, a estrutura de reforço é executada em sucessivas fases de corte do terreno e execução dos grampos. No caso de escavações, são quatro etapas constituintes para a execução da contenção em cada nicho: escavação da camada desejada, perfuração do solo, introdução dos elementos resistentes (grampo) e proteção da face. No caso de estabilização de solos naturais, apenas as 3 etapas finais são necessárias.

A Soloteste utiliza a técnica compinada com outras, quando necessário, em suas soluções de contenção de encostas.

Projetos de Fundação e Contenção

Descrição

Projetos técnicos e executivos são alicerce fundamental para qualquer empreendimento e seu desenvolvimento.
Projetos de fundação e contenção fazem parte desse universo.
Um projeto otimizado pode levar a uma economia significativa no custo de uma fundação e/ou contenção, devendo esse ser elaborado por profissionais experientes, de forma conjunta com o projetista estrutural da edificação, uma vez que o projeto de fundações, projeto de contenções e o projeto estrutural estão totalmente interligados e mudanças em um provocam reações imediatas no outro. Uma das variáveis de economia no projeto a ser elaborado está na escolha do tipo de intervenção a ser executada, devendo o profissional envolvido ter o conhecimento das modalidades disponíveis no mercado e de suas características.
Os projetos dependem de dados de entrada que devem ser obtidos de forma criteriosa e com extrema qualidade, como por exemplo sondagens geotécnicas, ensaios complementares, informações de projetos estruturais e arquitetônicos, entre outros.

A Soloteste, com sua larga experiência no mercado, vem realizando projetos inteligentes, visando sempre atender a dinamicidade de cada empreendimento considerando sempre o melhor custo x benefício para seus clientes.

Recuperação Estrutural

Descrição

Recuperação estrutural é realizada quando há a detecção da capacidade de suporte da estrutura / fundação para com a carga aplicada sobre a mesma. Isso pode ocorrer devido a falhas construtivas, falhas de projeto e até por acréscimo de carga como em casos de ampliação da estrutura, modificação do uso da mesa, etc.

Para todos os casos, há a necessidade prévia de projeto para a recuperação e/ou reforço estrutural, visando a segurança e estabilidade da construção. O reforço das fundações se dá com a execução de novas estacas junto aos blocos de fundação existentes, e consequente ligação entre os elementos novos e a estrutura antiga.

Usualmente, é utilizado o sistema de estacas tipo "raiz" para o reforço dado o pequeno porte de seus equipamentos, garantindo uma maior versatilidade e deslocamento e a baixa perturbação das estruturas existentes, dado o procedimento rotativo e sem vibração.

A Soloteste dispõe de equipes especializadas em situações de reforços estruturais, com equipamentos de até 2,80m de altura, garantindo, assim, a possibilidade de acesso nas mais diversas situações.